Posted on 2 Comments

Afinal, o que é essa tal economia colaborativa e o que você tem a ver com tudo isso?

economia-compartilhada_braustralia

Provavelmente, em algum momento, você já viveu, viu ou ouviu situações como essas:

Ao escolher seu destino de férias, você decide alugar um quarto na casa de alguém desconhecido, mas onde a oferta de preço e valor se tornou mais atraente do que aquela pousada ou hotel de outros tempos.

Ou, ainda, decide “trocar” sua hospedagem oferecendo seus serviços e habilidades ao anfitrião.

Outra cena: você decide usar um aplicativo para solicitar o serviço de um motorista particular para te levar até o seu destino com o conforto, segurança e eficiência. Onde, ainda, ao final você contribui aplicando uma nota ao serviço, garantindo confiabilidade a quem utiliza dessa plataforma de serviço.

Ou ainda: você faz uma busca, novamente através de um aplicativo, por alguém, que more perto de você (sim, estamos falando daquele vizinho que talvez você ainda nem conheça), que possua uma furadeira e que possa lhe emprestar para que você, finalmente, coloque aquela prateleira no lugar.

E assim, poderíamos seguir citando o caso de pessoas que podem “hospedar” seu cãozinho enquanto você viaja, pessoas que disponibilizam seus próprios veículos, que ficam às vezes ociosos na garagem, para qualquer um que precise por algumas horas ou dias…

Enfim, exemplos que demonstram que estamos recriando uma nova economia não faltam, e se você se identificou com alguma dessas situações acima, avance uma casa e siga adiante:

Pronto! Você já faz parte de um grande universo de pessoas que passaram a pensar o consumo de uma forma mais inteligente e sustentável.

Situações como essas só se tornaram possíveis, nessa era pós industrial, através da grande evolução tecnológica que possibilitou que pessoas com interesses e, principalmente, insatisfações em comuns se mobilizem através de um esforço coletivo para criar e repensar em soluções que resultam em ações que geram um valor compartilhado.

Mas, calma, o jogo está só começando e para que você avance um pouco mais, conhecendo, participando e, por que não, agindo pró ativamente à favor dessa grande revolução, vamos falar aqui dessa mudança nas relações de consumo de produtos e serviços, abordando conceitos que passaram a fazer parte do repertório, das atitudes e iniciativas de milhares de pessoas que adotaram a colaboração como um estilo de vida.

Consumo consciente, Economia de compartilhamento, empreendedorismo social, cultura maker, Coworking, crowdsourcing, crowdfunding…

Essa tomada de consciência acontece, exatamente, no momento em que o mundo todo passa por uma revisão de valores, onde se percebe, ainda que tardiamente, que os recursos, até então tidos como abundantes, são finitos.

Pode se dizer que, após a crise em 2008 que atingiu alguns países do bloco economicamente estável da economia mundial, principalmente os EUA, as pessoas começaram a tomar mais consciência de que o mercado havia chegado a um limite e que modelo industrial de economia, incentivado pela produção e constantes estímulos ao consumo desenfreado não era mais sustentável.

E alguns fatores importantes conduziram a essa busca por um novo modelo econômico: a eminente escassez de recursos ambientais, a recessão global, as novas tecnologias, o crescimento das redes sociais e a resignificação do sentido de coletividade.

Segundo a especialista em economia colaborativa, Rachel Botsman, a economia compartilhada contempla 3 possíveis tipos de sistemas:

1. Produtos e serviços compartilhados ou shared products and services: ocorre quando possuir um bem é menos importante do que o benefício que ele proporciona. Ou seja, o que você precisa é do benefício do produto e não do produto em si. Um exemplo clássico disso é o da furadeira: o que precisamos é de um buraco na parede e não de adquirir uma furadeira. E isso se aplica para carros, bicicletas ou quaisquer outros bens que tem sua capacidade de uso ociosa em algum momento.


2. Mercados de redistribuição ou redistribution markets: é quando você aluga um bem, gerando renda a quem disponibiliza, e a quem precisa de um produto ou serviço. Mas não é só a possibilidade de fazer uma grana extra que impulsiona esse tipo de iniciativa, mas também a experiência que esse tipo de compartilhamento pode gerar. Quando você aluga um quarto, até então ocioso, você não somente está gerando renda ou economia para quem aluga, mas está, principalmente, se permitindo conhecer pessoas, trocar experiências e fazer novas amizades.


3. Estilo de vida colaborativos ou collaborative lifestyle: são todas as iniciativas de pessoas que fomentam um estilo de vida colaborativo, através da troca, doação ou compartilhamento de recursos como conhecimento, tempo, habilidades e até dinheiro. Um exemplo disso são as plataformas de Couchsurfing, onde as pessoas cedem seus sofás, sem receber nada em troca, a estranhos viajantes do mundo inteiro, pelo simples prazer de conhecer, interagir e trocar experiências.

Outro exemplo são os Crowdfundings, que são as plataformas que as pessoas se utilizam para divulgarem e falarem de seus projetos (que pode ser desde o lançamento de um livro ou um projeto de fins sociais) em busca de contribuições financeiras, dentro de um prazo determinado, que possa viabilizar a concretização do seu projeto. Em “troca” disso, quem contribui pode receber uma recompensa oferecida pelo autor do projeto.

E assim a economia compartilhada cresce a cada dia, por todo o mundo, permitindo que as pessoas adquiram um novo estilo de vida, sem precisar adquirir mais. E isso impacta, positivamente, não só no bolso, mas, também e principalmente, na sustentabilidade do planeta.

Essa mudança de paradigma, de que você não precisa TER para SER, vem mudando significativamente as relações de consumo no mundo inteiro.

Os bens “duráveis”, que na verdade, foram feitos pra não durar, fazem parte de um ciclo de obsolescência programada onde você é estimulado a consumir cada vez mais.

Qual será o futuro das indústrias automobilísticas, e aqui falamos de toda a cadeia produtiva, como montadoras, oficinas mecânicas, postos de gasolina, seguradoras de veículos, se as pessoas tomarem cada vez mais consciência de que não precisam de carros pra se locomover?

E o impacto dessa nova realidade é que empresas, organizações e instituições estão sendo forçadas a repensar suas formas de fazer negócios.

O colapso emergente de alguns setores de serviços e produtos já demonstra que a economia colaborativa não é o futuro, ela já está acontecendo aqui e agora.

Essa mudança no paradigma das relações de consumo, substituindo a posse do bem, pelo benefício que ele nos proporciona, já é capaz de gerar riqueza e valores mensuráveis que apontam um crescimento dessa chamada indústria criativa através do surgimento de ações e projetos, com fins lucrativos, mas que geram impactos positivos à sociedade e ao meio ambiente.

Estima se que em 2015 a receita anual global do setor seja de US$ 15 bilhões e a previsão é de que em 2025 esse número saltará para US$ 335 bilhões, segundo fontes da consultoria Price Waterhouse Coopers.

E nessa nova dinâmica, não se trata apenas de discutir e avaliar a escassez de recursos finitos, mas sim, de ver surgirem possibilidades e oportunidades para toda ordem de novos negócios criativos e de startups que se utilizam de recursos abundantes e inesgotáveis como criatividade, conhecimento, novas redes e tecnologias.

A economia de compartilhamento não é um modismo, ela veio pra ficar, e pra nos recolocar no centro de uma mudança de comportamento, onde valores como reputação, cidadania, solidariedade e senso de pertencimento a uma comunidade são resgatados numa escala nunca antes imaginada.

Nós, brasileiros, já temos o DNA da colaboração e do empreendedorismo, e não precisamos mais esperar que essa revolução afete nossas vidas, de forma indireta, através das ações do “outro”.

Podemos estar em qualquer parte do mundo, unidos e conectados por interesses comuns, encurtando distâncias, somando ações e multiplicando esse impacto positivo no mundo em que vivemos.

E se estamos aqui do outro lado dele, se atravessamos o oceano em busca de uma vida melhor, já podemos nos considerar empreendedores da nossa própria vida.

A minha intenção é aproximar pessoas a projetos, divulgando essa nova economia, que se multiplica pelo Brasil e pelo mundo, proporcionando o empoderamento de pessoas como eu, como você, e tantas outras que querem deixar como legado um mundo melhor para se viver.

Power to the people!

 

Delza Carvalho
Sydney, Novembro/2015

 


Clique aqui para assinar a nossa e-Newsletter.
É rápido, fácil e de graça!

Dúvidas, dicas, perguntas ou sugestões, favor, deixar comentário, abaixo.
Responderemos assim que possível.

Intercambio_australiaEDM_720x90

Posted on 1 Comment

Mesmo sem falar Inglês ela conseguiu um emprego na Austrália | BRaustralia.com

 …Ou sobre 6 Atitudes que todo candidato a uma vaga de emprego  deve ter!

Texto originalmente publicado pelo talent search:  Dr. Duff Watkins (via Linkedin Daily Pulse)

1195280
Elisa é estudante de uma pequena cidade nos Alpes italianos, ela tem 19 anos e NÃO é fluente no inglês.
Por isso ela veio para a Austrália para estudar inglês.
Durante a sua estadia no país ela vai morar com uma família australiana, cuja filha fez intercâmbio com a sua família, na Itália. Elisa já havia estudado inglês na escola, mas ainda não era fluente.
Ainda assim, ela conseguiu um trabalho remunerado apenas 96 horas após o desembarque em um país estrangeiro através destes 6 ações:

 

• O Inicio: Elisa começou a se praparar muito antes de chegar à Austrália.
Elisa conversava, via Skype e e-mail, com a sua “família australiana” opções de trabalho em Sydney.
Ela já possuia objetivos claros: quer um trabalho remunerado e desenvolver o seu  inglês.

 

• O Plano: Inicialmente Elisa planejava trabalhar como babá na casa da sua “família australiana”. No entanto, o plano não era muito bom, pois o trabalho seria esporádico e ela sentia que não ajudaria no seu objetivo de melhorar no idioma. Pois para se tornar fluente na língua seria preciso interagir com o maior número de pessoas possível.

Elisa e a sua nova família pesquisaram opções que poderiam ajudá-la a conseguir os seus dois objetivos e chegaram a um plano melhor: Que tal trabalhar como em um restaurante italiano?

Após pesquisar eles chegaram a quatro restaurantes italianos próximos à sua residência. Os restaurantes deveriam estar próximos porque ela não possuia automóvel e teria que caminhar para chegar ao trabalho.

 

• Recursos Disponíveis: Elisa utilizou os recursos disponíveis no momento: sua localização, o conhecimento que a sua “família australiana”, além do apoio emocional.
Ela também pediu à sua “mãe australiana” para ajudá-la no momento das entrevistas de emprego.
Elisa contou com o apoio das pessoas ao seu redor na busca do seu objetivo.

 

A entrevista:

• Elisa foi autêntica: Todos os quatro restaurantes pergunteram a ela.
Você já trabalhou em um restaurante? (Elisa respondeu) Não.
Você já serviu drinques? Não.

Mas ela também dizia estar disposta a aprender, ser treinada, começar de baixo e trabalhar uma noite, como trial (sem remuneração).

Mesmo com limitações óbvias (Elisa nunca havia trabalhado, não tinha o que colocar no currículo, além disso, ela não falar Inglês) • Ela destacava os seus pontos fortes: ela morava perto do trabalho, estava disponível a fazer trabalhos de curto prazo, não teria problemas em fazer horas extras.
Além disso, ela falava italiano!

Para um restaurante italiano, falar o idioma não é ponto negativo; é um positivo!

 

• Elisa também se mostrou muito fácil de ser contratada: antes mesmo de entrar em contato com os restaurantes (que por sinal, não tinham anunciado a vaga) ela já possuia tudo para trabalhar no país, como:
– Conta em um Banco australiano,
– Tax File Number,
– Um número de celular

Elisa já havia eliminado alguns obstáculos para um possível empregador poder contratá-la.

 

FINAL SCORE:
– 4 restaurantes italianos visitados em um dia
– 2 mensagens de voz na caixa postal antes dela chegar em casa
– Um pedido para ela voltar naquela mesma noite para um trial, que ela obviamente aceitou.
– E uma oferta de emprego aceita por em menos de 4 dias da sua chegada à Sydney.


 

05c14b5Porque ela conseguiu?
Não foi pura sorte. O Restaurante Artusi contratou Elisa por que ela demonstrou o seu valor durante o seu trial. Eles, imediatamente, reconheceram os seus pontos positivos.

Nada mais autêntico do que ver e ouvir os italianos trabalhando em um restaurante italiano, certo!?

 

Elisa conseguiu por que ela possuia atributos que todos os empregadores buscam nos candidatos:
– Ela estava empenhada em melhorar, não apenas o seu Inglês, mas a si mesma.
– Ela demonstrou ser uma colaboradora, uma participante.

(Quem não gostaria de ter um empregado como esse?)

Se você ainda tem dúvida basta perguntar a Chef, Luca DÁdamio no Artusi Restaurant, em Sydney

239a0a0


Texto de autoria do Executive Talent Search, Dr. Duff Watkins
Para acessar mais textos de sua autoria clique no link

 

 

VEJA TAMBÉM: 10 Coisas que Você Precisa Saber Antes de Dirigir na Austrália

 

 


Intercambio_australiaEDM_720x90


>> BRaustralia no seu email
Cadastre-se grátis e receba conteúdo exclusivo, dicas e promoções por email.
 É rápido, fácil e de graça  |   
ASSINE JÁ!

Dúvidas, dicas, perguntas ou sugestões?
Favor, deixar comentário, abaixo.

Posted on 1 Comment

Conheça os tipos de trabalho mais comuns para brasileiros na Austrália | BRaustralia.com

Por Zeca Moreira

Existem praticamente dois tipos de estudantes na Austrália. O primeiro é aquele que chega contando as moedas e precisa de um emprego para ontem. O segundo é o que vem com uma boa reserva, gastar um dinheirinho curtindo as primeiras semanas e depois precisa trabalhar o quanto antes para pagar o aluguel.


Como pode-se notar, se você não é herdeiro de uma mega fortuna, mais cedo ou mais tarde a labuta te espera. Em média, a velocidade com a qual você vai se posicionar no mercado de trabalho australiano está diretamente relacionada ao seu nível de inglês. Pensando nisso montamos uma lista para tentar te ajudar a sair da pindaíba o quanto antes.

Inglês básico/iniciante

Sabe aquele sujeito que vai no McDonald’s comprar dois cheeseburguers e pede:
– Please DOUBLE cheeseburguer?
Se você está nesse nível de inglês os empregos abaixo provavelmente serão os mais fáceis para você começar sua jornada australiana.

Cleaner (limpeza de casas, escritórios e afins)
Boa parte dos estudantes que chegam à Austrália começam por aqui. O motivo é o fato de a maioria das vagas não cobrar inglês. Em geral as pessoas trabalham em residências, escolas e escritórios, mas há também trabalho com limpeza de obras, shoppings e locais públicos.
Salário médio inicial – AU$ 18/hora. A possibilidade de aumento salarial como cleaner é rápido e muitas pessoas que começam trabalhando em empresas da área logo arrumam clientes fixos e passam a cobrar até AU$ 30 a hora.

Labour (pedreiro) / Mudança
Emprego que divide amor e ódio. Alguns adoram. Já outros trabalham nessa área até melhorar o inglês para tentar algo que agrade mais. É majoritariamente masculino, pois inclui bastante trabalho braçal.
Salário médio inicial – AU$ 20/hora e turnos de trabalho que variam de acordo com sua escolha, pois você quem decide se aceitará a oferta ou não. (trabalhadores mais experientes recebem bem mais que isso)

Dishwasher (lavador de prato)
Muitas vezes quando você está procurando emprego na Austrália eles anunciam essa vaga como Kitchen Hand, mas boa parte dessas vagas refere-se a lavar louça dos restaurantes.
Salário médio inicial – AU$ 16,37/hora, ou seja, o mínimo.

makewaitresslikeyou_Large

Inglês intermediário

Se você estudou ao menos uns dois anos de inglês no Brasil, numa escola boa e conseguiu fazer comprar sem muitos problemas na sua última viagem a Miami, você se encaixa nesse setor. Veja abaixo quais empregos têm mais a ver com seu perfil.

Function waiter/waitress
É como eles chamam os garçons e garçonetes que são contratados para trabalhar em reuniões corporativas, jantares de gala, grandes festivais de música, shows, estádios e outros eventos na área de hospitality.
Salário médio inicial – AU$ 23/hora. A desvantagem dessa profissão é que você nunca sabe quando terá ou não trabalho. Algumas semanas você trabalha muito, outras nem tanto. Atenção para o final de ano e começo de ano. A partir de meados de setembro as vagas para trabalhar aumentam muito. E mesmo sem experiência alguma é fácil entrar no ramo. Você terá bastante trabalho, mas se prepare para o começo do ano. A partir do dia 02 de janeiro os eventos praticamente acabam e retornam só na primeira quinzena de fevereiro (mesmo assim numa frequência menor do que set/out/nov/dez)
Dica importante: antes de procurar emprego em qualquer empresa de function peça para algum amigo te ensinar a carregar três pratos ou procure no Youtube e treine em casa antes de ir. Provavelmente será a única coisa que vão te pedir para mostrar quando você for lá.

Garçom/garçonete de restaurante/café
Trabalho que envolve tirar pedidos, controlar estoque nos bastidores, retirar lixo e limpar algumas coisas no fim do expediente. Muitos brasileiros que chegam à Austrália com inglês no nível intermediário conseguem empregos como garçons e garçonetes facilmente.
Salário médio inicial – AU$ 18/hora. Além de vagas no centro da cidade que são mais concorridas, a sugestão é que os estudantes procurem oportunidades em regiões menores.

Driver
Entregador de pizza, motorista de entrega de supermercado, de lojas de bebidas, de caminhão de mudanças e tudo que tenha motor. Muitos exigem apenas sua carteira de motorista brasileira. Se for pilotar moto, fique atento, pois a polícia costuma cobrar mais a habilitação dos motoqueiros.
Salário médio inicial – AU$ 20/hora. Ter carteira de motorista australiana costuma aumentar o salário e a facilidade para arrumar um emprego como motorista.

Nanny (babá)
Gostar de criança e ter experiência, mesmo que cuidando de primos, sobrinhos, é um facilitador para entrar nesse mercado. Sem dúvida é um dos empregos que mais vai te ajudar a melhorar seu inglês. Isso porque as crianças não riem quando você fala errado e ainda te corrigem. Serão seus melhores professores de inglês por aqui.
Salário médio mensal – AU$ 20. Muitas vagas de babá oferecem a possibilidade/exigem que a menina more no local, o que pode representar uma boa economia no aluguel. A propósito, emprego majoritariamente feminino.

Traffic Controller – Digamos que é a versão feminina do labour. A diferença é que o trabalho das meninas nas obras é fazer o controle de trânsito nas redondezas sempre que necessário.
Salário médio inicial – AU$ 23, podendo facilmente superar isso.

Inglês avançado/fluente


Se você tem o hábito de assistir a filmes sem legenda e entende tudo, meus parabéns, você possui o inglês avançado/fluente. Mesmo assim pode ter problemas com o sotaque australiano no início, mas com o tempo irá se acostumar.
As vagas de trabalho para quem já domina o idioma são bem mais amplas. Inclusive possibilitando que o estudante pleiteie uma vaga de estágio na sua área (muitas vezes essas vagas não são remuneradas nos primeiros três meses). Além disso, qualquer profissão citada acima pode ser sua. Basta escolher a que mais lhe agrada e ir à luta.

Estatísticas mostram que a Austrália possui as cidades mais caras (e melhores) para se viver no mundo. Mas lembrem-se, se são caras é porque têm dinheiro e trabalho. Com um índice de desemprego inferior a 5% só fica sem trabalho quem quer. Lembre-se também de sempre ir atrás das certificações necessárias que cada emprego exige.



DICAS EXTRA!

Descubra como Validar a sua profissão na Austrália

Os métodos de avaliação, e posterior reconhecimento da sua carreira, ou curso realizado fora da Austrália varia de carreira para carreira.

De forma geral, os testes podem incluir avaliação do seu diploma, cursos extra curriculares, publicações, seminários, análise do seu histórico, currículo vitae, nível de fluência no inglês (com apresentação de nota IELTS) entre outros documentos. O RPL também leva em conta sua experiência anterior obtida através de trabalho voluntário, emprego remunerado ou não remunerado.

Resumindo, para reconhecer uma carreira na Austrália será preciso:

• Documentação acadêmica comprovada pelo MEC (diplomas, histórico escolar, grades curriculares, etc)
• Experiência profissional na Austrália ou em qualquer outro país;
• Excelente capacidade de comunicação em inglês (nota IELTS);
• Conhecimentos sólidos técnicos e teóricos comprovada sobre normas, padrões e princípios da profissão.

Áreas que necessitam de registro para reconhecimento da profissão na Austrália

Profissões de conhecimento altamente específicos, nas areas de saúde; como medicina, enfermagem; nas áreas de engenharia e arquitetura e advocacia, entre muitas outras, exigem registros ou licenças específicas junto às entidades de classe, e por este motivo o processo pode ser um pouco mais burocrático (e demorado).

Todavia, ainda que o seu diploma seja aceito na Austrália, é provável que você ainda tenha que passar um determinado período em trabalho supervisionado.
CLIQUE AQUI, para solicitar orçamento para validação do sua profissão na Austrália

Pré requisitos para migração para Austrália

Se a sua profissão aparece na lista e você tem planos de imigrar para a Austrália você deve:

  1. Homologar o processo de reconhecimento da sua profissão e validar o seu diploma na Austrália;
  2. Tradução Certificada NAATI dos seus documentos e para imigração;
  3. Possuir um bom domínio do inglês
  4. Encontrar alguma empresa disposta a ser sua sponsor no processo de migração.

Trabalho durante o intercâmbio na Austrália

Alguns vistos, como o de Estudante, permitem que o seus portadores exerçam função remunerada, por até 40 horas por quinzena. Se você deseja trabalhar enquanto você estuda esse visto é ideal para você, pois além de ajudá-lo a ganhar algum dinheiro enquanto aprende ou desenvolver o idioma, a experiência de trabalho em outro país pode ajudar a enriquecer o seu currículo.

Mesmo se você ainda não domine o idioma, é muito comum estudantes com nível intermediário de inglês exercerem funções nas áreas de hospitalidade; auxiliando na cozinha de restaurantes, em limpeza, entregas, entre outras profissões, e os salários nestas áreas costumam variar entre 14 a AU$ 21 uma hora.

Condições de Trabalho na Austrália

Vale também lembrar que todos os trabalhadores têm direito a remuneração e as condições mínimas de conforto e segurança, além de direitos básicos e proteção, coberta por leis federais e estaduais.

Qualquer discriminação é ilegal seja por raça, cor, sexo, orientação sexual, idade, deficiência física ou mental, estado civil, gravidez, religião, opiniões políticas, filiação ou não filiação a um sindicato, ascendência nacional ou origem social.
No entanto é sempre aconcelhável buscar o máximo de informação sobre a empresa antes de começar a trabalha.
Busque conheça os seus direitos, deveres e responsabilidades no local de trabalho.

Profissões em alta demanda

Muitas empresas australianas encontram dificuldade para preencher cargos, especialmente na área de Tecnologia da Informação. Profissões como engenheiros de software, analistas entre outas profissionais de TI encabeçam a lista de busca e a falta de competências em ciência, tecnologia, engenharia e matemática tem causado muito problema para as empresas.

Sydney tem a maior proporção de ofertas de emprego, com uma estimativa de 14,4% das ofertas de emprego que tomam três ou mais meses para preencher.

VEJA TAMBÉM: Tudo sobre como validar o diploma e reconhecer a sua profissão na Austrália

Descubra todas as vantagens de estudar e trabalhar na Austrália
Solicite consulta personalizada com um especialista em imigração australiana!
>> CLIQUE AQUI


estudar e trabalhar na australia


>> BRaustralia no seu email
Cadastre-se grátis e receba conteúdo exclusivo, dicas e promoções por email.
 É rápido, fácil e de graça  |   
ASSINE JÁ!

Dúvidas, dicas, perguntas ou sugestões?
Favor, deixar comentário, abaixo.

//

Posted on Leave a comment

Austrália apresenta menor taxa de crescimento populacional em quase 10 anos. Saiba como isso pode te ajudar a imigrar

Visto australia

Os últimos dados do Australian Bureau of Statistics (espécie de IBGE australiano) mostram a taxa de crescimento populacional foi uma das mais baixas dos últimos anos, com apenas +1,35 %.

O ABS aponta como causadores para a diminuição do crescimento da população, entre outros fatores, a diminuição nas taxas de imigração de trabalhadores qualificados nos últimos cinco anos, além da retração do número de pedidos de vistos residência permanente, normalmente concedido à portadores de visto estudantes, que nos últimos anos é muito menores que as apresentadas entre 2008-09, com crescimento de 2,19% (ver gráfico abaixo).

Também auxiliam para o baixo crescimento das taxas de fertilidade do país, tradicionamente baixas.

 

graphic
Fonte: Australian Bureau of Statistic

 

Pontos importantes (Dados compilados até 31 de Março de 2015)

População Residente:

  • A população residente na Austrália é de 23,714,300 pessoas. Aumento de 316.000 pessoas com relação a de março de 2014, e de 93.900 até 30 de Dezembro de 2014.
  • A estimativa preliminar do crescimento natural registrada (142,900 pessoas) foi de 9,7%, ou 15.400 pessoas inferior ao aumento natural registrada até 31 de marco de 2014 (158,300 pessoas).
  • A estimativa preliminar de migração para o exterior  foi de 173,100 pessoas (16%) ou 33.000 pessoas sendo inferior à migração para o exterior apurado no período encerrado em 31 de marco de 2014 (206,100 pessoas).

Crescimento Populacional:

  • A população da Austrália cresceu 1,4%.
  • Aumento natural e migração contribuiuram respectivamente com 45% e 55%, para o crescimento da população total.
  • Todos os estados e territórios registraram crescimento populacional positivo.
  • Victoria registrou a maior taxa de crescimento de todos os estados e territórios em 1,7%. Northern Territory registrou a uma menor taxa de crescimento em 0,2%.

 

 

Porque a migração é importante?

Pra saber mais sobre porque a Austrália precisa de imigrante, veja  a nossa matéria Austrália precisa de imigrantes? Veja no infográfico quais, quantos e por que…

 

 


Dúvidas, dicas, perguntas ou sugestões, favor, deixar comentário, abaixo.
Responderemos assim que possível.
Posted on 2 Comments

Veja no infográfico por que a Austrália precisa de imigrantes | BRaustralia.com

A Austrália realmente precisa de Imigrantes?
(Resposta direta)
– SIM, e de muitos!
(Resposta elaborada)
-Observe a parte azul do gráfico e saiba o porque.

occupation1
Fonte: http://www.immi.gov.au

 

Anualmente ao país  recebe centenas de milhares imigrantes de todos os cantos do mundo, no entanto o processo de imigração não é fácil ou rápido. O governo australiano escolhe a dedo os aprovados para imigração.

Na maioria das vezes, o perfil dos novos imigrantes é de profissionais que desempenham alguma função de grande importância para o crescimento econômico do país (parte em azul do infográfico).

O infográfico acima ilustra bem, a evolução da quantidade de imigrantes que chegam ao país todos os anos. E não é coincidência que, ano-a-ano, o azul aumenta em relação à cor laranja.
Todo país, para crescer (ou continuar crescendo), precisa colocar jovens no mercado de trabalho.
E não se trata de generosidade, arrecadar impostos e ser capaz de pagar pelos serviços sociais, em especial dos “baby boomers” (lembra das aulas de História e Geografia?) é um dos pontos importantes desta equação.

E uma das soluções para isso é aumentar a população economicamente ativa, no entanto as taxas de fecundidade do país é baixa e o azul é uma das SOLUÇÕES para ajudar a pagar essa conta!

 

Se você têm interesse pelo assunto, recomendamos sempre buscar informações no site do Departamento de Imigração da Austrália www.immi.gov.au

 

 

VEJA TAMBÉM: As 196 profissões em alta demanda na Austrália em 2015/16, caso a sua seja uma delas veja como concorrer a uma das vagas

 

Posted on Leave a comment

Conheça o site que divulga de vagas para Baristas na Austrália | BRaustralia.com

Todos sabemos o quanto os australianos são fanáticos por um bom café. E essa pode ser uma boa opção para recém chegados à Austrália, em busca de um primeiro emprego ou vaga de trabalho casual.

A profissão de Barista costuma permitir jornadas de trabalho mais fexíveis, ideais para quem precisa conciliar trabalho e estudo.

Além disso os sálarios na área costumam ser bem vantajosos, (entre AU$ 15 -25 por hora) especialmente para os profissionais com bastante experiência.

Uma boa dica para quem procura trabalho nessa área é visitar o www.coffeejobs.com, website especializado em dicas, infos e o mais importante vagas de trabalho para baristas em todo o país.

 

915212608e3ae3e47350d1380379179b

 

like_FB_


Dúvidas, dicas, perguntas ou sugestões?
Favor, deixar comentário, abaixo.

Posted on 2 Comments

Conheça o RSA training, uma opção para quem busca emprego na Austrália | BRaustralia

10826384095_9d27106a8a_o
Foto: © Flickr/ Rodrigo Ruiz Ciancia

 

Uma das exigências legais para poder trabalhar em bares, pubs, restaurantes, casas noturnas, cassinos ou qualquer instalações que comercialize álcool, na Austrália, é possuir o RSA Certificate (popularmente conhecido como curso de bartender).

Uma das vantagens é que o curso é bem rápido, e relatimanetnte barato (aproximademanente A$100), e somente através de um certificado de RSA você estará apto a trabalhar legalmente servindo bedidas alcoolicas em estabelecimentos comerciais na Austrália.

 

Essa é uma boa opção para estudantes ou recém chegados à Austrália, em busca de um primeiro emprego, pois esta profissão costuma permitir ter jornada de trabalho mais fexível, e os sálarios na área de hospitalidade  podem variar de  A$12.00 a $25.00 por hora.

No entanto, cada estado ou território australiano possui as suas próprias regras para preenchimentos, emissão, validação de cursos e certificado RSA.

Em alguns estados o curso pode ser dado on-line, em outros é necessario orientação de um instrutor qualificado em sala de aula.
Mais informações acesse:

 

NSW:
olgr.nsw.gov.au

VIC:
vcglr.vic.gov.au

QUEENSLAND, WA, SA e NT
myskills.gov.au

TAS:
treasury.tas.gov.au

ACT:
www.ors.act.gov.au

 

VEJA TAMBÉM: 10 Coisas que Você Precisa Saber Antes de Dirigir na Austrália

 

 


braustralia-email


>> BRaustralia no seu email
Cadastre-se grátis e receba conteúdo exclusivo, dicas e promoções por email.
 É rápido, fácil e de graça  |   
ASSINE JÁ!

Dúvidas, dicas, perguntas ou sugestões?
Favor, deixar comentário, abaixo.